Editorial semanal

O contador de histórias

Rev. Cristiano Zioli

Forrest Gump, o Contador de Histórias, é um filme de 1994, que conta a trajetória extraordinária de uma pessoa não tão extraordinária assim. Forrest era filho de uma mãe solteira, no interior do Estado do Alabama.

De lá, sem dar muita importância, ele conhece presidentes, participa da Guerra do Vietnã, denuncia o maior escândalo de corrupção dos Estados Unidos na década de 60, o Watergate, corre de costa a costa os Estados Unidos simplesmente porque quis, é um dos investidores da Apple e um próspero empresário na produção de camarões, a Bubba Gump Camarões.

O filme é ele contando essas histórias incríveis apenas com um objetivo: alcançar aquela que era, e é, o grande amor de sua vida!

Jesus contava histórias. Das mais curtas às mais longas. As parábolas compõem uma grande parcela dos discursos de Jesus e se transformaram na única grande e magnífica história de um Deus que corre atrás de seu povo e o ama a ponto de se entregar à morte por ele.

Diferentes de Gump, onde os fatos aconteceram de fato, as histórias de Jesus eram ilustrações, meras alegorias, que usavam as atividades do cotidiano judaico (semeador, trabalhadores na vinha, o pastoreio) para mostrar um Pai que vai ao filho perdido e festeja quando acha uma moeda de pequeno valor ou uma ovelha que se perdeu.

Esses são alguns poucos exemplos dessas histórias. Jesus usava da imaginação das pessoas para comunicá-las sobre o Deus real e amoroso que a religião havia apagado, afastando-as da comunhão com Ele.

 
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