Editorial semanal

Tempo de esperança

Rev. Emerson Orenha

Em meio a tantas crises, conflitos e violência que muitas pessoas enfrentam em nossa sociedade, a proximidade da celebração de mais um Natal traz uma doce mensagem de paz e esperança.

Foi o que aconteceu no tempo do profeta Miquéias, que viveu no século VIII a.C. Em um ambiente de opressão, corrupção, dissabores e muitos sofrimentos, o referido profeta levantou-se para anunciar o nascimento do Messias - o que se deu cerca de 800 anos depois - trazendo esperança para os corações aflitos.

Para compreendermos melhor a situação da época, e da sua semelhança com nossos dias, o profeta denunciava: “Ai daqueles que, no seu leito, imaginam a iniquidade e maquinam o mal! Ao amanhecer o praticam, porque o poder está em suas mãos... se cobiçam campos, os arrebatam; tomam casas... fazem violência a um homem e à sua casa... Os seus dirigentes (juízes) dão as sentenças por suborno, os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro” (Mq 2.1; 3.11; 7.3). Porém, a esperança do profeta estava apoiada no que Deus poderia fazer e como Ele poderia mudar todo cenário de desolação: “Mas, quanto a mim, ficarei atento ao Senhor, esperando em Deus, o meu Salvador, pois o meu Deus me ouvirá” (Mq 7.7).

Queridos irmãos e amigos, para muitas pessoas, o Natal é visto apenas como oportunidade de aumentarem seus lucros com a exploração comercial do evento. Todavia, é tempo de proclamarmos com fervor a mensagem de fé, paz, amor e esperança que encontramos em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.
O Senhor é a nossa esperança. Aleluia!

 
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