Editorial semanal

O Sal e a Luz

Rev. Carlos Fernandes Meier

Na Antiguidade, o sal era muito usado para conservar os alimentos. Evitava que a carne apodrecesse, por exemplo. Além de  preservar, o sal também era usado para dar sabor à comida. Era um produto extremamente valorizado em um mundo que não conhecia os mecanismos de refrigeração e conservação de hoje.

Nós, crentes, por sermos sal - Jesus assim nos definiu  -  devemos preservar a sociedade da podridão, corrupção e total deterioração. Além disso, o sal também tem sido associado à pureza. Os romanos diziam que o sal, uma vez refinado, se tornava a coisa mais limpa do mundo - de igual forma deve ser com aqueles que servem fielmente a Deus.

A luz, também usada por Jesus para exemplificar as qualidades dos crentes, não dá para esconder. Como um guia, ela nos mostra onde estamos e para onde vamos. Ela mostra rumos, indica direção.

Os crentes, como luz, devem iluminar este mundo tenebroso. A luz, onde brilha, afugenta o temor e o perigo. Na escuridão, podemos tropeçar e cair, na luz, nos sentimos seguros.

Jesus é a luz que alumia nossas vidas. Todavia, Jesus nos advertiu quando disse: “Vós sois o sal da terra e a luz do mundo” (Mt 5.13-16). Temos o grande desafio de vivermos neste mundo como Jesus nos ordenou. Os valores do Reino de Deus devem fazer parte integral da nossa conduta ética e moral.

Para o crente existir no mundo como sal e luz, terá que preservar os valores radicais do Evangelho. Devemos mostrar o rumo, o caminho e a salvação aos perdidos.

 
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