Editorial semanal

Frutificando, como justos!

Rev. Emerson Orenha

Se pararmos para pensar sobre nosso propósito como filhos de Deus, logo entenderemos o real motivo e valor: o Senhor nos chamou e nos adotou como Seus filh os para fazermos a diferença em meio a uma sociedade corrompida por práticas e valores que, ao invés de engrandecerem e exaltarem ao Senhor, enaltecem o próprio indivíduo e o colocam acima de todas coisas.

Quando pensamos em frutificar, isso significa que a nossa vida, independentemente de quanto possuímos, de quanto temos de conhecimento, de quanto somos “influentes” na sociedade, é para servir a Deus e servir “uns aos outros”. O que passar disso, pode-se tornar somente uma busca de satisfação pessoal e egoísta.

A Palavra de Deus, no livro dos Salmos, capítulo 92, registra que o salmista faz uma comparação bem conhecida sobre a vida dos justos e os valores que devem ter: “O justo florescerá como a palmeira... na velhice ainda darão frutos... para anunciar que o Senhor é reto.” Notemos que a palavra “justo” não significa perfeição, e sim, que os que são chamados e adotados como filhos por Deus, são justificados por Ele. Somos justos, não porque não cometemos nenhum tipo de erro, pelo contrário, porque, errando, Deus nos torna “justos” pelo sacrifício de Jesus na cruz, por nós.

Também devemos observar que o produzir frutos não significa um trabalho exaustivo, impossível de se realizar. Na simplicidade do nosso servir ao Senhor, cada um de nós, podemos produzir frutos pelo anúncio daquilo que Deus é e significa para nós. Anunciar a retidão de Deus, anunciar o que Ele fez, faz e, pela fé, fará por nós, é uma atitude que pode dar muitos frutos.

 
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