Editorial semanal

O Deus que faz frutificar

Rev. Cristiano Zioli

Não há méritos em nós quando o assunto é salvação. Somos salvos pela graça com a mediação da fé, que Paulo vai chamar de dom de Deus. Os não méritos acerca da salvação é também um método didático de Deus para nos lembrar que tudo o que temos e o que somos vem Dele. Ele faz a árvore ser boa para produzir bons frutos. O que temos de bom veio Dele e deve voltar para Ele, pelo menos, de duas maneiras.

A primeira tem a ver com a mordomia. Com responsabilidade, conhecendo a Sua vontade e Seu desejo mais íntimo e claro nas Escrituras, minha relação com a criação e com os bens que Ele me deu precisam agradá-Lo, e mais, precisam refletir Jesus nessa relação. A Bíblia trata o dinheiro como uma entidade espiritual. É dado um nome a ele: Mamon! Se eu permito que o dinheiro seja a prioridade ou a principal fonte de riqueza em casa, eu permito que essa entidade ocupe um lugar que só Deus possui! Logo, não sou um bom mordomo. Preciso me arrepender e confessar o senhorio do Senhor com minhas palavras e vida. Quando reconheço Deus como meu Senhor e Provedor, os recursos voltam para Ele em adoração.

A segunda maneira é a gratidão. Um coração grato não tem tempo para murmuração. Pessoas gratas são companhias agradáveis e nos refletem uma leveza de vida que nos faz desejar ser como elas. É isso que a gratidão faz! Deus se agrada de corações gratos. De gente que cuida do pouco sem pensar no muito, mesmo se Deus o levar para lá. A gratidão faz a gente querer ser mais generoso, porque Ele tem sido assim!

 
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